Teatro

O LUGAR ESCURO (Porto Alegre)

Estreou em março de 2016 em Porto Alegre uma nova montagem da peça “O lugar escuro”, sobre o Mal de Alzheimer. A peça, que em sua montagem original teve duas temporadas no Rio, além de apresentações em Curitiba e Fortaleza, é uma adaptação, feita por mim, do livro homônimo, lançado pela editora Objetiva em 2007. A montagem em Porto Alegre ficou a cargo de um dos mais importantes diretores gaúchos da atualidade, Luciano Alabarse, tendo no elenco Sandra Dani, Vika Schabbach e Gabriela Poester (na foto, comigo, na noite da estreia).

A nova montagem teve pré-estreia em janeiro de 2016 em Recife, no mais importante festival de Pernambuco, o “Janeiro de Grandes Espetáculos”, onde teve uma recepção calorosa.

BILAC VÊ ESTRELAS

Uma história que tem como pano de fundo o Rio de Janeiro de 1903, Bilac vê estrelas foi um livro escrito por Ruy Castro (uma ficção, mas com forte base histórica) em 2000. Adaptado para os palcos por Heloisa Seixas e Julia Romeu, Bilac vê estrelas  estreou em janeiro de 2015  no Teatro Sesc Ginástico, no Rio, com direção de João Fonseca e músicas originais de Nei Lopes. A peça, com os atores André Dias (Bilac), Izabella Bicalho (Eduarda Bandeira), Tadeu Aguiar (Padre Maximiliano) e Alice Borges (Madame Labiche), além de grande elenco, foi um sucesso imediato. Além da temporada no Ginástico e no circuito Sesc, Bilac vê estrelas teve mais um mês de apresentações no Teatro dos Quatro, na Gávea, antes de seguir para uma temporada de dois meses em São Paulo, no Teatro Promon. Recebeu o Prêmio Bibi Ferreira 2015 nas categorias Melhor Musical Brasileiro e Melhor Música (Nei Lopes), o Prêmio Shell para Melhor Música e, também por Melhor Música, o Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro). Bilac vê estrelas teve, ao todo, quase vinte indicações para prêmios, incluindo várias categorias, como direção musical, música, ator, atriz e figurino.

O LUGAR ESCURO

Depois de ficar cinco semanas em cartaz no Espaço Sesc de Copacabana, em janeiro de 2013, a peça O lugar escuro voltou em março de 2014, em apresentações populares nas lonas culturais do Rio. A peça teve também curtas temporadas em Curitiba (dias 28, 29 e 30 de março) e em Fortaleza (31 de outubro a 2 de novembro). O lugar escuro é uma adaptação que Heloisa Seixas fez, para o teatro, de seu livro homônimo, lançado pela editora Objetiva em 2007. A peça, com direção de André Paes Leme, teve como atrizes na primeira temporada Camilla Amado (indicada aos prêmios Shell, Cesgranrio e APTR de Melhor Atriz), Clarice Niskier e Laila Zaid e teve casa cheia todas as noites. A emoção foi grande: as pessoas riam e choravam. Em 2011, quando Heloisa adaptou para o teatro seu livro sobre o Alzheimer, a peça teve uma leitura dramática no Centro Cultural Midrash, no Rio. Essa leitura, com direção de João Fonseca, teve a participação de Fernanda Montenegro. Na temporada de 2014, o papel de Laila Zaid foi feito por Isabella Dionísio.

É PROIBIDO ENVELHECER (leitura)

Em novembro de 2014, foi realizada no Centro Cultural Midrash, no Leblon, para uma sala lotada, a leitura dramática de duas mini-peças de Heloisa Seixas, ainda em desenvolvimento: “É proibido envelhecer” e “A neve do tempo”, ambas tendo como tema o envelhecimento. A primeira peça foi lida pelas atrizes Clarice Niskier e Ana Lucia Torre; a segunda, “A neve do tempo”, um monólogo, foi lida pelo ator Rogério Froes, com participações de Clarice e Ana Lucia.

 

 

O LUGAR ESCURO (leitura)

Em setembro de 2011, foi realizada no Centro Cultural Midrash, no Leblon, uma leitura dramática da peça “O lugar escuro”, com Fernanda Montenegro no papel principal (que seria depois da premiadíssima Camilla Amado). As atrizes Clarice Niskier e Laila Zaid completaram o elenco da leitura, que teve direção de João Fonseca. Mais de duzentas pessoas assistiram à leitura, inclusive com telão em uma sala extra.

 

 

ERA NO TEMPO DO REI
Em 2010, Heloisa Seixas escreveu, em parceria com sua filha, Julia Romeu, o musical Era no tempo do rei, baseado em livro homônimo de Ruy Castro, com músicas originais de Carlos Lyra e Aldir Blanc e direção de João Fonseca. O musical tinha elenco de 25 atores e músicos, incluindo nomes como Leo Jaime, Soraya Ravenle e André Dias, vencedor do Prêmio APTR de 2011 como Melhor Ator Coadjuvante, por seu papel como o bandido Calvoso. Era no tempo do rei foi a primeira experiência de Heloisa e Julia com um musical genuinamente brasileiro e com todas as músicas originais; nada menos que 19 grandes canções foram compostas especialmente para a peça, resultando na gravação de um CD.