Categoria: Livros

  • ‘A noite do meu bem’ no rádio

    ‘A noite do meu bem’ no rádio

    Já estão no ar (no site da Rádio MEC) todos os seis programas da série “A noite do meu bem”, sobre o samba-canção, com Ruy Castro. Os seis  programas foram ao ar uma vez por semana, sempre aos domingos, às 20h (Rádio MEC FM) e às 22h (MEC AM). Agora, serão reproduzidos por várias rádios por todo o Brasil. Os programas da série “A noite do meu bem” falam da noite carioca nos anos 50, dos cantores, da dor de cotovelo, das canções de temática positiva, de ícones da época, como Antonio Maria e Dolores Duran, e também da eternidade do samba-canção. Nos links abaixo, todos os programas. O roteiro da série foi escrito por mim, com base, claro, no livro “A noite do meu bem”, de Ruy Castro.

    http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-09/radio-mec-estreia-programa-com-ruy-castro

    http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-10/noite-do-meu-bem-ouca-aqui-o-segundo-programa

     http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-10/noite-do-meu-bem-ouca-aqui-o-terceiro-programa

    http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-10/a-noite-do-meu-bem-ouca-aqui-o-quarto-programa

    http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-10/-a-noite-do-meu-bem-antonio-maria-e-dolores-duran-neste-domingo-23

    http://radios.ebc.com.br/especiais-mec-fm/edicao/2016-10/noite-do-meu-bem-ouca-aqui-o-ultimo-programa-da-serie

  • ‘Bilac vê estrelas’: um sucesso

    ‘Bilac vê estrelas’: um sucesso

    Nosso musical ‘Bilac vê estrelas’ (roteiro meu e de Julia Romeu, baseado em romance homônimo de Ruy Castro), apresentado no ano passado durante seis meses (em temporadas no Rio e em São Paulo), teve até agora uma carreira de sucesso. Foram quatro prêmios importantes: prêmios Shell, APTR e Bibi Ferreira para Melhor Música – pelo lindo trabalho de Nei Lopes – e prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro. ‘Bilac vê estrelas’ recebeu também quase vinte indicações, incluindo diversas categorias como Melhor Musical, Melhor Texto Original, Melhor Direção Musical, Melhor Ator e Atriz e também Melhor Figurino.  Agora, esperamos parcerias para poder voltar aos palcos ainda em 2016 ou, no máximo, em 2017. E viva o musical brasileiro!

  • Uma noite emocionante

    Uma noite emocionante

    Foi um momento de grande emoção – com muitas lágrimas, mas também alguns sorrisos – a noite de estreia em Porto Alegre da nova montagem da minha peça “O lugar escuro”, sobre o Mal de Alzheimer. A peça, que em sua montagem original teve duas temporadas no Rio, além de apresentações em Curitiba e Fortaleza, é uma adaptação, feita por mim, do livro homônimo lançado pela editora Objetiva em 2007. A montagem em Porto Alegre foi feita por um dos mais importantes diretores gaúchos da atualidade, Luciano Alabarse, e tem no elenco três fantásticas atrizes – Sandra Dani, Vika Schabbach e Gabriela Poester – que dão um show de interpretação..

    “O lugar escuro” está sendo apresentado no Teatro do Instituto Goethe de Porto Alegre (Rua 24 de outubro, 112, Moinhos de Vento), sempre às sextas e sábados (21 h) e domingos (18h). A temporada vai até 10 de abril. Às sextas, após o espetáculo, serão promovidos debates a cargo da SPPA – Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.

    A nova montagem estreou em janeiro último, em Recife, no mais importante festival de Pernambuco, o “Janeiro de Grandes Espetáculos”, onde teve uma recepção calorosa.

  • ‘O lugar escuro’ em Porto Alegre

    ‘O lugar escuro’ em Porto Alegre

    No próximo dia 11 de março estreia em Porto Alegre uma nova montagem da minha peça “O lugar escuro”, sobre o Mal de Alzheimer. A peça, que em sua montagem original teve duas temporadas no Rio, além de apresentações em Curitiba e Fortaleza, é uma adaptação, feita por mim, do meu livro homônimo, lançado pela editora Objetiva em 2007. A montagem em Porto Alegre está a cargo de um dos mais importantes diretores gaúchos da atualidade, Luciano Alabarse, e tem no elenco Sandra Dani, Vika Schabbach e Gabriela Poester.

    “O lugar escuro” será apresentado no Teatro do Instituto Goethe de Porto Alegre (Rua 24 de outubro, 112, Moinhos de Vento), sempre às sextas e sábados (21 h) e domingos (18h). A temporada vai até 10 de abril. Às sextas, após o espetáculo, serão promovidos debates a cargo da SPPA – Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.

    A nova montagem estreou em janeiro último, em Recife, no mais importante festival de Pernambuco, o “Janeiro de Grandes Espetáculos”, onde teve uma recepção calorosa.

    Abaixo, o texto que, a pedido do diretor, eu escrevi para o programa da peça:

     

    Fiapos de luz

    Quando comecei a escrever o livro O lugar escuro (que daria origem à peça), eu tinha dúvidas se iria publicá-lo. Achava que era um texto confessional demais, feito só para mim mesma, uma forma de ancorar no papel os fantasmas que ainda me rondavam naquela época. Porque conviver com a doença de Alzheimer é algo avassalador, e você precisa encontrar um modo de se apaziguar.

    Isso foi há dez anos. De lá para cá, muita coisa aconteceu. O livro acabou saindo (pela editora Objetiva, em 2007) e eu me vi de repente em meio a uma verdadeira tempestade emocional. Pessoas me procuravam – por telefone, por email, me parando na rua – para dizer o quanto o livro tinha mexido com elas. Às vezes, me abraçavam chorando. E sempre me agradeciam por uma coisa: por eu ter confessado minha raiva, minha revolta. Por não ter querido fazer o papel – que seria tão bonito – da filha boazinha.

    “Você me aliviou”, diziam. “Porque eu também sentia raiva, mas não conseguia confessar.”

    Outra coisa que me chamou atenção: as pessoas pareciam se identificar com o livro mesmo que não tivessem alguém com Alzheimer na família. “Eu tinha ciúmes do meu irmão, mas nunca admiti”, me disse um dia um leitor. Foi quando entendi que O lugar escuro não era apenas sobre a senilidade. Era também sobre relações familiares, ciúmes entre irmãos, rancores secretos, medo de enlouquecer, medo de morrer, essas coisas que fazem parte da vida de todos nós. Por isso, as pessoas se viam no livro.

    Foi essa identificação que me motivou a transportar O lugar escuro para o teatro. Imaginei que as palavras, quando materializadas no palco e transformadas em carne e osso, fossem tocar ainda mais fundo nessas questões tão delicadas, que são as relações familiares. E, mesmo sem muita experiência com textos teatrais, me pus eu mesma a fazer a adaptação.

    O resultado me surpreendeu, me fez viver experiências fantásticas, como na primeira leitura dramática que fizemos, em 2012 (no Centro Cultural Midrash, no Rio), quando o papel da mulher mais velha foi feito por ninguém menos que Fernanda Montenegro. Ou quando, já na temporada em teatro, em 2013, com Camilla Amado (ao lado de Clarice Nikier e Laila Zaid) no papel que fora lido por Fernanda, ouvíamos os soluços – e, curiosamente, também as gargalhadas – na plateia do Espaço Sesc, em Copacabana. Ou, ainda, nas apresentações populares que fizemos nas arenas e lonas culturais da Prefeitura do Rio, em 2014. Numa delas, havia mais de vinte crianças na plateia e, antes de começar o espetáculo, eu me perguntava o que poderia acontecer. “Por que será que trouxeram crianças para assistir a uma peça sobre Alzheimer?”, pensava. O espetáculo começou e, para minha surpresa, as crianças ficaram em silêncio, na maior atenção. E, ao final, no debate que se seguiu, percebi, espantada, que elas tinham entendido tudo.

    Viajamos também com a peça. Fomos a lugares tão díspares e distantes entre si como Curitiba e Fortaleza. Mas em todos eles encontrávamos sempre alguns pontos em comum: havia emoção, havia riso e pranto (o que me fazia pensar nas duas máscaras que são o símbolo do teatro).

    E agora temos essa nova experiência aqui em Porto Alegre. Uma nova montagem, um novo diretor, novas atrizes. Certamente será diferente. Mas tenho certeza de que será, também, e mais uma vez, uma mistura de sensações. Boas e ruins. Porque nesse lugar escuro em que mergulhei – o lugar da doença, dos rancores, da revolta, mas também da compaixão e do amor –, sempre acabei por encontrar fiapos de luz. E espero que vocês também.

    Heloisa Seixas

     

     

     

  • Livros na Feira de Bolonha

    Livros na Feira de Bolonha

    Três livros nossos foram incluídos no catálogo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para ser apresentados na Feira Internacional do Livro Infantil em Bolonha, a mais tradicional feira no gênero: o livro “Carmen – A grande Pequena Notável”, biografia de Carmen Miranda (Edições de Janeiro), escrita por mim e por Julia Romeu, que já tinha recebido dois prêmios da FNLIJ em 2015 (Melhor Livro de Não-ficção e Melhor Projeto Gráfico); e a dupla de livros de crônicas que Ruy Castro e eu preparamos no ano passado para a editora Moderna, voltados para o público jovem, “A melancia quadrada” (de Ruy) e “O amigo do vento” (meu).

    O link da página em que a FNLIJ apresenta o catálogo está aqui embaixo:

    http://www.fnlij.org.br/site/publicacoes-em-pdf/catalogos-de-bolonha/item/727-cat%C3%A1logo-fnlij-para-feira-de-bolonha-2016.html

     

  • Ruy Castro faz diferença

    Ruy Castro faz diferença

    Ruy Castro é um dos concorrentes ao Prêmio Faz Diferença 2015, concedido pelo jornal O Globo e pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O Faz Diferença, que está em sua 13a. edição, é concedido anualmente, em várias categorias. Ruy Castro concorre na categoria Segundo Caderno/Prosa (isto é, na área de literatura), juntamente com Nei Lopes (que este ano se destacou, entre outras coisas, pela autoria das canções do nosso musical “Bilac vê estrelas”) e com o editor Jacó Guinsburg, criador da editora Perspectiva. A escolha é feita por voto popular e a votação vai até o dia 10 de janeiro.

    Quem quiser votar, pode fazer sua escolha no site abaixo:

    http://eventos.oglobo.globo.com/faz-diferenca/2015/indicados/segundo-cadernoprosa/

  • ‘A noite do meu bem’ leva o prêmio APCA 2015

    ‘A noite do meu bem’ leva o prêmio APCA 2015

    Ruy Castro é um dos vencedores do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) 2015, por seu livro “A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção”. O livro de Ruy, lançado há poucas semanas, foi o vencedor na categoria Ensaio/Reportagem. Cinquenta críticos votaram nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil,Televisão e, pela primeira vez, Moda.

    “Os vencedores deste ano refletem a agilidade da criação artística ao longo do ano nas suas mais variadas formas”, afirmou José Henrique Fabre Rolim, presidente da APCA. A cerimônia de entrega a todos os artistas contemplados neste Prêmio APCA acontecerá no primeiro quadrimestre de 2016, ano em que a entidade celebra seus 60 anos.

    Veja a lista completa de premiados no link abaixo.

    http://www.miguelarcanjoprado.com/2015/12/03/veja-lista-completa-dos-vencedores-do-premio-apca-em-2015/

  • Já nas livrarias!

    Já nas livrarias!

    Já chegou às livrarias o novo livro de Ruy Castro, “A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção” (Companhia das Letras). É o primeiro grande livro de reconstituição histórica de Ruy em dez anos: o último foi “Carmen”, a biografia de Carmen Miranda, publicado em 2005. “A noite do meu bem” levou cerca de três anos para ser feito (apurado e escrito) e é, não tenho dúvida, um dos melhores — se não o melhor — livro de Ruy. É uma impressionante massa de informações, costurada de forma magistral, tecendo um panorama da noite do Rio entre 1946 e 1965. Mas não só da noite, das boates, dos cantores, músicos, compositores, mas também de tudo o que compunha o cenário social do Brasil daquela época — incluindo política, dinheiro, intrigas, poder.O livro tem cerca de 500 páginas e, como sempre acontece com os livros de Ruy, é preciso ser lido em feriados longos: porque, quando se começa, não se pode mais largar.

    Os lançamentos de “A noite do meu bem” serão:

    No Rio, no dia 24 de novembro, na Livraria Travessa de Ipanema.

    Em S. Paulo, no dia 30 de novembro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista.

  • Vem aí ‘A noite do meu bem’

    Vem aí ‘A noite do meu bem’

    O novo livro de Ruy Castro, “A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção” (Companhia das Letras) chegará às livrarias daqui a duas semanas. É o primeiro grande livro de reconstituição histórica de Ruy em dez anos: o último foi “Carmen”, a biografia de Carmen Miranda, publicado em 2005. “A noite do meu bem” levou cerca de três anos para ser feito (apurado e escrito) e é, não tenho dúvida, um dos melhores — se não o melhor — livro de Ruy. É uma impressionante massa de informações, costurada de forma magistral, tecendo um panorama da noite do Rio entre 1946 e 1965. Mas não só da noite, das boates, dos cantores, músicos, compositores, mas também de tudo o que compunha o cenário social do Brasil daquela época — incluindo política, dinheiro, intrigas, poder.O livro tem cerca de 500 páginas e, como sempre acontece com os livros de Ruy, é preciso ser lido em feriados longos: porque, quando se começa, não se pode mais largar.

    Os lançamentos de “A noite do meu bem” serão:

    No Rio, no dia 24 de novembro, na Livraria Travessa de Ipanema.

    Em S. Paulo, no dia 30 de novembro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista.

    Abaixo, um filmete sobre “A noite do meu bem”:

    https://www.youtube.com/watch?v=0Dwz3NaUfxE&app=desktop

     

  • ‘O oitavo selo’ é finalista do Jabuti

    ‘O oitavo selo’ é finalista do Jabuti

    O romance (ou quase romance) “O oitavo selo”, que eu lancei no ano passado, é um dos finalistas do Prêmio Jabuti de Literatura 2015. O anúncio dos dez finalistas foi feito na semana passada, quando eu estava em Portugal para a Folio, a Feira Internacional de Literatura de Óbidos. São também finalistas os autores Cristóvão Tezza, Chico Buarque e Ana Miranda, entre outros. O Jabuti, principal prêmio literário do Brasil, premia três livros em cada categoria, escolhidos entre os dez finalistas. O anúncio dos vencedores será em novembro.

    Esta é a quarta vez que um livro meu é finalista do Prêmio Jabuti. Os livros anteriores que chegaram a ser selecionados foram “Pente de Vênus” (1995, categoria Contos), “A porta” (1996, categoria Romance) e “Pérolas absolutas” (2003, categoria Romance). “O oitavo selo” é também finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.

    Veja todos os finalistas da categoria Romance no link abaixo:

    http://premiojabuti.com.br/resultados-2015/romance-2/