Categoria: Notícias

  • ‘Bilac vê estrelas’: mais indicações

    ‘Bilac vê estrelas’: mais indicações

    Foi um sucesso a participação de nosso musical “Bilac vê estrelas” no Festival de Inverno: no dia 21 de agosto, sábado, “Bilac” se apresentou no SESC Quitandinha, e no dia seguinte, domingo, no SESC Teresópolis. A resposta do público, nos dois dias, foi sensacional. Foi uma chance para assistir a esse musical premiadíssimo: foram quatro prêmios (Shell, APTR e dois Bibi Ferreira) e quase trinta indicações. Em julho, “Bilac” se apresentou também no Festival Internacional de Teatro de Angra dos Reis, FITA, e foi um dos espetáculos mais indicados para prêmios: sete indicações. Com praticamente todo o elenco original, “Bilac” se apresentou no FITA para um público de 1.200 pessoas, que cantaram junto com os atores, em grande vibração, as 15 canções feitas por Nei Lopes especialmente para o musical. Agora, vamos esperar a cerimônia de premiação do FITA, que ainda não foi marcada, e torcer mais uma vez por nosso “Bilac vê estrelas”.

     

  • ‘Bilac vê estrelas’: um sucesso

    ‘Bilac vê estrelas’: um sucesso

    Nosso musical ‘Bilac vê estrelas’ (roteiro meu e de Julia Romeu, baseado em romance homônimo de Ruy Castro), apresentado no ano passado durante seis meses (em temporadas no Rio e em São Paulo), teve até agora uma carreira de sucesso. Foram quatro prêmios importantes: prêmios Shell, APTR e Bibi Ferreira para Melhor Música – pelo lindo trabalho de Nei Lopes – e prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro. ‘Bilac vê estrelas’ recebeu também quase vinte indicações, incluindo diversas categorias como Melhor Musical, Melhor Texto Original, Melhor Direção Musical, Melhor Ator e Atriz e também Melhor Figurino.  Agora, esperamos parcerias para poder voltar aos palcos ainda em 2016 ou, no máximo, em 2017. E viva o musical brasileiro!

  • Prêmio Shell para ‘Bilac’

    Prêmio Shell para ‘Bilac’

    Nosso musical “Bilac vê estrelas” recebeu o Prêmio Shell de Melhor Música, pela sensacional trilha sonora original de Nei Lopes. O Prêmio Shell, um dos mais tradicionais do teatro brasileiro (criado há 28 anos), foi entregue em festa realizada no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio, na noite de terça-feira, dia 15 de março. Durante a cerimônia, além da entrega dos prêmios, foi realizada uma homenagem à diva do teatro brasileiro, Fernanda Montenegro.

    O Prêmio Shell de Melhor Música para a trilha de “Bilac vê estrelas” é um reconhecimento ao talento de Nei Lopes, não apenas como sambista, mas como autor de grande porte, já que entre as 15 canções que fazem parte do musical não há um único samba (até porque em 1903, quando se passa a história, o samba ainda não havia nascido). Com letras geniais, perfeitamente integradas à narrativa, Nei Lopes compôs valsa, lundu, xote, quadrinha francesa, modinha, maxixe, fado, polca e muito mais, sempre com grande talento. Tivemos, Julia Romeu e eu, autoras do espetáculo, muito orgulho de fazer com Nei Lopes um trabalho integrado e harmônico, que contribuiu, creio, para o resultado final.

    Abaixo, as letras de duas das canções mais divertidas de “Bilac vê estrelas”, a apresentação da espiã portuguesa, Eduarda Bandeira; e a descrição do Rio de Janeiro francês, da Belle Époque carioca:

     SOLILÓQUIO DE EDUARDA

    (Fado)

    Flor amorosa e plangente

    De Camões e Gil Vicente

    De Camilo e de Pessoa!

    Venho do Douro e do Minho

    Trazendo amor e carinho

    A esta terra tão boa.

     

    Já tive muitos amores,

    Loucos, poetas, cantores

    Doutos na arte de amar

    Com Gabriele D’Annunzio

    Em breve e rápido curso

    Aprendi a “pompoar”.

     

    A quem não sabe o que é isso

    Só digo que é um feitiço

    Pra ser usado na cama

    No famoso “amor de bica”

    Aquele que bate e fica

    Na lembrança de quem ama.

     

    Hoje aqui neste outro meio

    Nutro apenas o anseio

    De conhecer os poetas

    Quero ver de que são feitos

    Seus alexandrinos perfeitos

    E como medem seus metros

     

    Apalpar suas cesuras

    Escandir-me na loucura

    Da poesia brasileira

    Nem que no inferno eu me arda

    Quero tudo o que me aguarda

    Eu, Eduarda Bandeira!

     

     

    TOUT LE RIÔ

    (Polca)

     

    O Rio de Janeiro

    Já não perde pra Paris

    Agora é lá e cá

    É tudo vis-à-vis.

    Lá na cidade-luz

    Comi croquete de siri,

    Então exijo aqui

    Moqueca de escargot

    Como dizia o grande

    Monsieur Victor Hugô

    C’est tout la même chose

    C’est tout le Riô!

     

    Qualquer confeitaria

    Tem champagne e champignon

    Cognac e anizette

    E um bom filé mignon

    E até casa de pasto

    Já se esforça nessa arte

    Tem menu a la carte

    Foie gras, petit gateau

    É a realidade

    Tout le monde já notou

    C’est tout la même chose

    C’est tout le Riô!

     

    Nas luzes da vitrine,

    Lingeries e negligées

    Rendas, popelines

    Cachecóis e cache-nez

    As calças e os culottes

    De crochê e de tricô

    O Rio civiliza-se

    Em voo d’oiseaux

    Mostrando a tout le monde

    O que Paris lhe ensinou.

    C’est tout la même chose

    C’est tout le Riô!

     

    Escrito no menu

    Asperges gratinées

    Entrées, glaces, desserts

    Dindon farci, poulets

    Aí, o freguês reclama:

    “Escute aqui, Ô seu Ioiô,

    Vatapá a la bahienne

    Ofende a tradição nagô”.

    O maître então faz pose

    E diz com ar de professor:

    C’est tout la même chose

    C’est tout la même chose

    C’est tout la même chose

    C’est tout le Riô!

     

     

  • Uma noite emocionante

    Uma noite emocionante

    Foi um momento de grande emoção – com muitas lágrimas, mas também alguns sorrisos – a noite de estreia em Porto Alegre da nova montagem da minha peça “O lugar escuro”, sobre o Mal de Alzheimer. A peça, que em sua montagem original teve duas temporadas no Rio, além de apresentações em Curitiba e Fortaleza, é uma adaptação, feita por mim, do livro homônimo lançado pela editora Objetiva em 2007. A montagem em Porto Alegre foi feita por um dos mais importantes diretores gaúchos da atualidade, Luciano Alabarse, e tem no elenco três fantásticas atrizes – Sandra Dani, Vika Schabbach e Gabriela Poester – que dão um show de interpretação..

    “O lugar escuro” está sendo apresentado no Teatro do Instituto Goethe de Porto Alegre (Rua 24 de outubro, 112, Moinhos de Vento), sempre às sextas e sábados (21 h) e domingos (18h). A temporada vai até 10 de abril. Às sextas, após o espetáculo, serão promovidos debates a cargo da SPPA – Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.

    A nova montagem estreou em janeiro último, em Recife, no mais importante festival de Pernambuco, o “Janeiro de Grandes Espetáculos”, onde teve uma recepção calorosa.

  • ‘O lugar escuro’ em Porto Alegre

    ‘O lugar escuro’ em Porto Alegre

    No próximo dia 11 de março estreia em Porto Alegre uma nova montagem da minha peça “O lugar escuro”, sobre o Mal de Alzheimer. A peça, que em sua montagem original teve duas temporadas no Rio, além de apresentações em Curitiba e Fortaleza, é uma adaptação, feita por mim, do meu livro homônimo, lançado pela editora Objetiva em 2007. A montagem em Porto Alegre está a cargo de um dos mais importantes diretores gaúchos da atualidade, Luciano Alabarse, e tem no elenco Sandra Dani, Vika Schabbach e Gabriela Poester.

    “O lugar escuro” será apresentado no Teatro do Instituto Goethe de Porto Alegre (Rua 24 de outubro, 112, Moinhos de Vento), sempre às sextas e sábados (21 h) e domingos (18h). A temporada vai até 10 de abril. Às sextas, após o espetáculo, serão promovidos debates a cargo da SPPA – Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.

    A nova montagem estreou em janeiro último, em Recife, no mais importante festival de Pernambuco, o “Janeiro de Grandes Espetáculos”, onde teve uma recepção calorosa.

    Abaixo, o texto que, a pedido do diretor, eu escrevi para o programa da peça:

     

    Fiapos de luz

    Quando comecei a escrever o livro O lugar escuro (que daria origem à peça), eu tinha dúvidas se iria publicá-lo. Achava que era um texto confessional demais, feito só para mim mesma, uma forma de ancorar no papel os fantasmas que ainda me rondavam naquela época. Porque conviver com a doença de Alzheimer é algo avassalador, e você precisa encontrar um modo de se apaziguar.

    Isso foi há dez anos. De lá para cá, muita coisa aconteceu. O livro acabou saindo (pela editora Objetiva, em 2007) e eu me vi de repente em meio a uma verdadeira tempestade emocional. Pessoas me procuravam – por telefone, por email, me parando na rua – para dizer o quanto o livro tinha mexido com elas. Às vezes, me abraçavam chorando. E sempre me agradeciam por uma coisa: por eu ter confessado minha raiva, minha revolta. Por não ter querido fazer o papel – que seria tão bonito – da filha boazinha.

    “Você me aliviou”, diziam. “Porque eu também sentia raiva, mas não conseguia confessar.”

    Outra coisa que me chamou atenção: as pessoas pareciam se identificar com o livro mesmo que não tivessem alguém com Alzheimer na família. “Eu tinha ciúmes do meu irmão, mas nunca admiti”, me disse um dia um leitor. Foi quando entendi que O lugar escuro não era apenas sobre a senilidade. Era também sobre relações familiares, ciúmes entre irmãos, rancores secretos, medo de enlouquecer, medo de morrer, essas coisas que fazem parte da vida de todos nós. Por isso, as pessoas se viam no livro.

    Foi essa identificação que me motivou a transportar O lugar escuro para o teatro. Imaginei que as palavras, quando materializadas no palco e transformadas em carne e osso, fossem tocar ainda mais fundo nessas questões tão delicadas, que são as relações familiares. E, mesmo sem muita experiência com textos teatrais, me pus eu mesma a fazer a adaptação.

    O resultado me surpreendeu, me fez viver experiências fantásticas, como na primeira leitura dramática que fizemos, em 2012 (no Centro Cultural Midrash, no Rio), quando o papel da mulher mais velha foi feito por ninguém menos que Fernanda Montenegro. Ou quando, já na temporada em teatro, em 2013, com Camilla Amado (ao lado de Clarice Nikier e Laila Zaid) no papel que fora lido por Fernanda, ouvíamos os soluços – e, curiosamente, também as gargalhadas – na plateia do Espaço Sesc, em Copacabana. Ou, ainda, nas apresentações populares que fizemos nas arenas e lonas culturais da Prefeitura do Rio, em 2014. Numa delas, havia mais de vinte crianças na plateia e, antes de começar o espetáculo, eu me perguntava o que poderia acontecer. “Por que será que trouxeram crianças para assistir a uma peça sobre Alzheimer?”, pensava. O espetáculo começou e, para minha surpresa, as crianças ficaram em silêncio, na maior atenção. E, ao final, no debate que se seguiu, percebi, espantada, que elas tinham entendido tudo.

    Viajamos também com a peça. Fomos a lugares tão díspares e distantes entre si como Curitiba e Fortaleza. Mas em todos eles encontrávamos sempre alguns pontos em comum: havia emoção, havia riso e pranto (o que me fazia pensar nas duas máscaras que são o símbolo do teatro).

    E agora temos essa nova experiência aqui em Porto Alegre. Uma nova montagem, um novo diretor, novas atrizes. Certamente será diferente. Mas tenho certeza de que será, também, e mais uma vez, uma mistura de sensações. Boas e ruins. Porque nesse lugar escuro em que mergulhei – o lugar da doença, dos rancores, da revolta, mas também da compaixão e do amor –, sempre acabei por encontrar fiapos de luz. E espero que vocês também.

    Heloisa Seixas

     

     

     

  • Livros na Feira de Bolonha

    Livros na Feira de Bolonha

    Três livros nossos foram incluídos no catálogo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para ser apresentados na Feira Internacional do Livro Infantil em Bolonha, a mais tradicional feira no gênero: o livro “Carmen – A grande Pequena Notável”, biografia de Carmen Miranda (Edições de Janeiro), escrita por mim e por Julia Romeu, que já tinha recebido dois prêmios da FNLIJ em 2015 (Melhor Livro de Não-ficção e Melhor Projeto Gráfico); e a dupla de livros de crônicas que Ruy Castro e eu preparamos no ano passado para a editora Moderna, voltados para o público jovem, “A melancia quadrada” (de Ruy) e “O amigo do vento” (meu).

    O link da página em que a FNLIJ apresenta o catálogo está aqui embaixo:

    http://www.fnlij.org.br/site/publicacoes-em-pdf/catalogos-de-bolonha/item/727-cat%C3%A1logo-fnlij-para-feira-de-bolonha-2016.html

     

  • Choro de perdedor ou falta de memória?

    Choro de perdedor ou falta de memória?

    Vão dizer que é choro de perdedor. Talvez seja mesmo. Ganhar é bom, não é? Nós não ganhamos. Não entramos na lista dos dez melhores espetáculos de teatro em 2015, feita pelo Globo.

    Quando digo “nós”, refiro-me ao musical “Bilac vê estrelas”, que escrevi em parceria com Julia Romeu, com músicas (inéditas) de Nei Lopes. Um musical brasileiríssimo, que recebeu uma montanha de elogios em sua estreia no Teatro Sesc Ginástico, do Rio. “Bilac” ganhou seis indicações para o Prêmio Cesgranrio e uma para o Shell, sem falar no Prêmio Bibi Ferreira, de São Paulo, no qual teve sete indicações e levou dois prêmios – Melhor Musical Brasileiro e Melhor Música. O principal crítico do Globo, Macksen Luiz, deu ao nosso espetáculo a cotação “Ótimo”, coisa rara. E elogiou principalmente as músicas de Nei Lopes (e o que pode haver de mais fundamental em um musical?), dizendo: “São composições inspiradas, com letras inteligentes, plenamente integradas à ação e carregadas de humor e poesia. Um trabalho irretocável”. Mesmo assim, “Bilac” ficou fora da lista. Tudo bem, acontece. Não dá para reclamar. Ou dá?

    Não pude deixar de ficar pensando no assunto, embora sob outro ângulo: será que “Bilac vê estrelas” já está meio esquecido, pelo fato de ter sido encenado em janeiro – isto é, há um ano? Será que tudo o que está mais próximo de nós tende a parecer maior, melhor, mais brilhante?

    Porque no Brasil as coisas funcionam assim. Estamos sempre esquecendo hoje as lições que aprendemos ontem. Aquilo que aconteceu no mês passado, ou no semestre passado, tende a não existir mais. No ano passado, então, nem se fala. Não é à toa que, no Carnaval, são pouquíssimos os casos de escolas de samba que foram campeãs tendo desfilado no domingo. A campeã sempre, ou quase sempre, sai do desfile de segunda-feira. Porque, na segunda, o desfile de domingo já é uma lembrança esmaecida, que começa a se apagar.

    Então, é isso. Se for choro de perdedor, paciência. Não ter entrado na lista do Globo pelo menos me fez refletir sobre o nosso imediatismo. Porque é mais do que sabido que somos um povo sem memória. Alguém ainda se lembra por que íamos às ruas, aos milhões, em junho de 2013? O que era mesmo que queríamos? O que estávamos pedindo? Para que estávamos ali? E nossos desejos – foram atendidos?

    Em dezembro daquele ano, ao voltar de uma viagem à Alemanha, escrevi um artigo, aqui mesmo no Globo, que teve bastante repercussão. Tinha o título de “Somos um povo fútil?” e está no meu site para quem se interessar  (http://heloisaseixas.com.br/somos-um-povo-futil/). Nele, eu chamava atenção para nossa falta de amor ao passado, nossa superficialidade, nossa tendência a ser um país de modismos – que adora celulares, mas não lê livros; que viaja para ir às compras, e não aos museus; que planta uma academia de ginástica em cada esquina, mas tem poucas bibliotecas; que é um dos campeões mundiais de cirurgia plástica, mas está sempre por baixo nos índices de educação. Um país que tende sempre a deixar para trás tudo o que ficou para trás.

    Talvez seja por isso que estamos como estamos.

     

    Artigo publicado por mim em O Globo, dia 02/01/2016

  • Ruy Castro faz diferença

    Ruy Castro faz diferença

    Ruy Castro é um dos concorrentes ao Prêmio Faz Diferença 2015, concedido pelo jornal O Globo e pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). O Faz Diferença, que está em sua 13a. edição, é concedido anualmente, em várias categorias. Ruy Castro concorre na categoria Segundo Caderno/Prosa (isto é, na área de literatura), juntamente com Nei Lopes (que este ano se destacou, entre outras coisas, pela autoria das canções do nosso musical “Bilac vê estrelas”) e com o editor Jacó Guinsburg, criador da editora Perspectiva. A escolha é feita por voto popular e a votação vai até o dia 10 de janeiro.

    Quem quiser votar, pode fazer sua escolha no site abaixo:

    http://eventos.oglobo.globo.com/faz-diferenca/2015/indicados/segundo-cadernoprosa/

  • ‘A noite do meu bem’ leva o prêmio APCA 2015

    ‘A noite do meu bem’ leva o prêmio APCA 2015

    Ruy Castro é um dos vencedores do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) 2015, por seu livro “A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção”. O livro de Ruy, lançado há poucas semanas, foi o vencedor na categoria Ensaio/Reportagem. Cinquenta críticos votaram nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil,Televisão e, pela primeira vez, Moda.

    “Os vencedores deste ano refletem a agilidade da criação artística ao longo do ano nas suas mais variadas formas”, afirmou José Henrique Fabre Rolim, presidente da APCA. A cerimônia de entrega a todos os artistas contemplados neste Prêmio APCA acontecerá no primeiro quadrimestre de 2016, ano em que a entidade celebra seus 60 anos.

    Veja a lista completa de premiados no link abaixo.

    http://www.miguelarcanjoprado.com/2015/12/03/veja-lista-completa-dos-vencedores-do-premio-apca-em-2015/

  • Já nas livrarias!

    Já nas livrarias!

    Já chegou às livrarias o novo livro de Ruy Castro, “A noite do meu bem – A história e as histórias do samba-canção” (Companhia das Letras). É o primeiro grande livro de reconstituição histórica de Ruy em dez anos: o último foi “Carmen”, a biografia de Carmen Miranda, publicado em 2005. “A noite do meu bem” levou cerca de três anos para ser feito (apurado e escrito) e é, não tenho dúvida, um dos melhores — se não o melhor — livro de Ruy. É uma impressionante massa de informações, costurada de forma magistral, tecendo um panorama da noite do Rio entre 1946 e 1965. Mas não só da noite, das boates, dos cantores, músicos, compositores, mas também de tudo o que compunha o cenário social do Brasil daquela época — incluindo política, dinheiro, intrigas, poder.O livro tem cerca de 500 páginas e, como sempre acontece com os livros de Ruy, é preciso ser lido em feriados longos: porque, quando se começa, não se pode mais largar.

    Os lançamentos de “A noite do meu bem” serão:

    No Rio, no dia 24 de novembro, na Livraria Travessa de Ipanema.

    Em S. Paulo, no dia 30 de novembro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na av. Paulista.